sábado, 5 de maio de 2012

Leonardo da Vinci

   Leonardo nasceu a 15 de Abril de 1452, na pequena cidade de Vinci, perto de Florença, centro intelectual e científico da Itália. O seu talento artístico cedo se revelou, mostrando excepcional habilidade na geometria, na música e na expressão artística. Reconhecendo estas suas capacidades, o seu pai, Ser Piero da Vinci, mostrou os desenhos do filho a Andrea del Verrocchio. O grande mestre da renascença ficou encantado com o talento de Leonardo e tornou-o seu aprendiz. Em 1472, com apenas vinte anos, Leonardo associa-se ao núcleo de pintores de Florença. 


   Não se sabe muito mais acerca da educação e formação do artista, no entanto, muitos autores afirmam que o seu conhecimento não provém de fontes tradicionais, mas sim da observação pessoal e da aplicação prática das suas ideias. 

   Pintor, escultor, arquitecto e engenheiro, Leonardo da Vinci foi o talento mais versátil da Itália do Renascimento. Os seus desenhos, combinando uma precisão científica com um grande poder imaginativo, refletem a enorme vastidão dos seus interesses, que iam desde a biologia, à fisiologia, à hidráulica, à aeronáutica e à matemática. 

   Durante o apogeu do renascimento, Da Vinci, enquanto anatomista, preocupou-se com os sistemas internos do corpo humano, e enquanto artista interessou-se pelos detalhes externos da forma humana, estudando exaustivamente as suas proporções 

   Os pintores do Renascimento, e em particular Da Vinci, recorreram a conceitos de geometria projetiva (centro de projeção, linhas paralelas representadas como linhas convergentes, ponto de fuga) para criar os seus quadros com um aspecto tridimensional. A obra prima «A Última Ceia» é um bom exemplo disso. 

   Um dos quadros mais famosos do mundo deve-se a este homem das ciências e das artes. A «Mona Lisa» é provavelmente o retrato de Madona Lisa Gherardini, mulher do rico cidadão de Veneza Francesco del Giocondo que o encomendou ao pintor. Daí o quadro também ser chamado «A Gioconda». Desconfia-se, no entanto, que Leonardo tenha de facto começado a pintura como um retrato da mulher do nobre, mas que depois a tenha tornado na imagem da ideia que o pintor fazia da beleza perfeita. 





                                                        Mona Lisa

   Como já foi referido Leonardo sentia-se interessado por muitas áreas do saber e pela sua inter-relação. Deste modo, Leonardo da Vinci utilizou inúmeros conceitos matemáticos na pintura, em projetos de arquitectura e em diversas invenções .
   A inscrição existente sob a porta da academia de Platão, "Que não entre ninguém que seja um laico em geometria", retirada dos apontamentos de Leonardo da Vinci dá-nos a ideia da importância que a matemática tinha para ele. 
Leonardo escreveu também "... nenhuma investigação humana pode ser considerada ciência se não abrir o seu caminho por meio da exposição e da demonstração matemáticas".





Madona do fuso

    Madona do Fuso era uma pintura a óleo de Leonardo da Vinci, infelizmente não existe mais, existem apenas cópias baseadas no original. O quadro foi pintado em seu retorno a Florença, em 1501. A obra fora realizada quase no mesmo período da Mona Lisa (por isso as paisagens quase semelhantes do plano de fundo de ambos os quadros).
Esse nome se dá porque, em primeira vista o Menino Jesus segura uma cruz, mas se observarmos melhor e atentamente logo perceberemos que é um fuso de fiar. O fuso demonstra o espírito doméstico da Madona (Virgem Maria), mas também lembra uma cruz, símbolo de Jesus Cristo; o quadro possui muitas características da beleza observada por Leonardo.







Santa Ceia

   É um afresco para a igreja de seu protetor, o Duque Lodovico Sforza. Representa a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos, antes de ser preso e crucificado como descreve  a Bíblia. É um dos maiores bens conhecidos e estimados do mundo.






O Homem Vitruviano

   É um desenho famoso que acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina desnuda separadamente e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total. Às vezes, o desenho e o texto são chamados de Cânone das Proporções.
O desenho actualmente faz parte da colecção/coleção da Galeria da Academia em VenezaItália.









Retrato de Cecília


    No ano de 1485, Leonardo da Vinci inicia essa sua grande obra-prima: é o retrato de Cecília Gallerani, a Dama do Arminho, encomendado por Ludovico Sforza. A jovem, com sua cabeça pintada com a mesma mestria que a cabeça do belo anjo Uriel  com o olhar fixado para algo fora da pintura, fugindo do olhar do espectador, possui um rosto tranquilo, insinuando o início de um sorriso sereno. O arminho repete-lhe o movimento da cabeça, cuja pata curvada elegantemente correspondente ao movimento do animal, criando uma sintonia entre a modelo e ele.




"As mais lindas palavras de amor, são ditas no silêncio de um olhar".

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível".

"Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido".

"UMA VEZ QUE VOCÊ PROVE O VÔO, NUNCA MAIS VOCÊ CAMINHARÁ SOBRE A TERRA SEM OLHAR PARA OS CÉUS, POIS VOCÊ JÁ ESTEVE LÁ, E PARA LÁ SUA ALMA DESEJA VOLTAR"

(Leonardo da Vinci)



Por décadas e mais décadas que ainda virão, nunca será esquecido. Suas obras, teses e invenções permanecerão intactas a força do tempo.

Obrigado pela visita!

sábado, 21 de abril de 2012

PINTURA EM 3D - SHOW DE TÉCNICA E IMAGEM

    John Pugh é um artista americano conhecido por criar grandes obras de arte em murais, dando a ilusão de uma cena tridimensional atrás da parede. Pugh começou a criar seus murais em 1970. Ele freqüentou a Universidade Estadual da Califórnia , recebendo em 1983 o Prêmio Distinguished Alumni. Ele recebeu inúmeras comissões públicas e privadas nos Estados Unidos, Taiwan e Nova Zelândia, vive em Santa Cruz, Califórnia.
    A técnica em pintura em 3D consiste em ilusionismo, movimentos e cores com profundidade e perspectiva.      Um conjunto de idéias, materiais e talento nato são indispensáveis para tal arte.
    O encantamento de enganar os olhos com desenhos e tintas teve  início na China e hoje em dia vários artistas do mundo todo espalham sua arte em muros e pavimentos.


Abaixo vocês verão algumas obras de gênio tridimensional:

































É isso pessoal, não há limite para a criatividade. Triste é pensar que o homem ao mesmo tempo que é capaz de utilizar a sabedoria em presentes para os nossos olhos, são também capazes de destruir!

Aguardo a visita de todos, em breve vídeos de pintura e sorteio de brindes!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Millôr Fernandes

   Filho do engenheiro espanhol Francisco Fernandes e de Maria Viola Fernandes, Millôr nasceu no do Méier em 16 de agosto de 1923, mas só foi registrado – como Milton Viola Fernandes – no ano seguinte, em 27 de maio de 1924. De Milton se tornou Millôr graças à caligrafia duvidosa na certidão de nascimento, cujo traço não completou o "t" e deixou o "n" incompleto. Aos dois anos perde o pai, e sua mãe passa a trabalhar como costureira para sustentar os quatro filhos.
   De 1931 a 1935 estudou na Escola Ennes de Souza. Nesse meio tempo se torna leitor voraz de histórias em quadrinhos, especialmente Flash Gordon. A forte influência, e o estímulo de seu tio Antônio Viola, o leva a submeter um desenho ao períodico carioca O Jornal que, aceito e publicado, lhe rende um pagamento de 10 mil réis.
   Aos doze anos perde a mãe, passando a morar com o tio materno Francisco, sua esposa Maria e quatro filhos no subúrbio de Terra Nova, próximo ao Méier. Dois anos depois, em 1938, passa a trabalhar para o médico Luiz Gonzaga da Cruz Magalhães Pinto, entregando seu remédio para os rins "Urokava" em farmácias. Pouco depois é empregado pela revista O Cruzeiro, assumindo as funções de contínuo, repaginador e factótum.
   Na mesmo época, assinando sob o pseudônimo "Notlim", ganha um concurso de contos na revista A Cigarra. É promovido a arquivista da publicação, e com o cancelamento de quatro páginas de publicidade desta, é convidado a preencher o espaço vago. Cria então a seção "Poste Escrito", que assina como "Vão Gogo".

Carreira literária

   O sucesso de sua coluna em A Cigarra faz com que ela passe a ser fixa, e Millôr assume a direção do periódico, cargo que ocuparia por três anos. Ainda sob o pseudônimo Vão Gogo, começa a escrever uma coluna no Diário da Noite. Passa a dirigir também as revistas O Guri, com histórias em quadrinhos, e Detetive, que publicava contos policiais.
   Em 1941 volta a colaborar com a revista O Cruzeiro, continuando a assinar como Vão Gogo na coluna "Pif-Paf", o fazendo por 18 anos. A partir daí passou a conciliar as profissões de escritor, tradutor (autodidata) e autor de teatro.
   Já em 1956 divide a primeira colocação na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg. Em 1957, ganha uma exposição individual de suas obras no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
   Dispensa o pseudônimo Vão Gogo em 1962, passando a assinar apenas como "Millôr" em seus textos n'O Cruzeiro. Deixa a revista no ano seguinte, por conta da polêmica causada com a publicação de A Verdadeira História do Paraíso, considerada ofensiva pela Igreja Católica.
   Em 1964, passa a colaborar com o jornal português Diário Popular e obtém o segundo prêmio do Salão Canadense de Humor. Em 1968, começa a trabalhar na revista Veja, e em 1969 torna-se um dos fundadores do jornal O Pasquim.
   Nos anos seguintes escreveu peças de teatro, textos de humor e poesia, além de voltar a expor no Museu de Arte Moderna do Rio. Traduziu, do inglês e do francês, várias obras, principalmente peças de teatro, entre estas, clássicos de SófoclesShakespeareMolièreBrecht e Tennessee Williams.
   Depois de colaborar com os principais jornais brasileiros, retornou à Veja em setembro de 2004, deixando a revista em 2009 devido a um desentendimento acerca da digitalização de seus antigos textos, publicados sem sua autorização no acervo on-line da publicação.
   No princípio de fevereiro de 2011, Millôr sofre um acidente vascular cerebral isquêmico. Permanece em torno de duas semanas inconsciente na UTI, e após cinco meses de internação em uma clínica no Rio de Janeiro, recebeu alta no dia 28 de junho. Dois dias depois volta a se sentir mal, passando outros cinco meses internado.
Após o segundo internamento a família de Millôr manteve em privado os detalhes a respeito de sua saúde, até que em 28 de março de 2012 é divulgado à imprensa que o escritor morrera no dia anterior, em decorrência de falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.








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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

      Antonio Francisco Lisboa ou simplesmente "Aleijadinho", nasceu em Ouro Preto em 1730 sendo o principal artista do período colonial do Brasil.
      Pouco se sabe com certeza sobre sua biografia, tornando muito árduo o trabalho de pesquisa sobre ele e ao mesmo tempo transformando-o em uma espécie de herói nacional. A principal fonte documental sobre o Aleijadinho é uma nota biográfica escrita somente cerca de quarenta anos depois de sua morte. Sua trajetória é reconstituída principalmente através das obras que deixou, embora  sua contribuição seja controversa, já que a atribuição da autoria da maior parte das mais de quatrocentas criações que hoje existem associadas ao seu nome foi feita sem qualquer comprovação documental, baseando-se apenas em critérios de semelhança estilística com peças documentadas.
      Como entalhador é documentada a participação de Aleijadinho em pelo menos quatro grandes altares como projetista e executante. Em todos eles seu estilo pessoal se desvia em alguns pontos significativos dos modelos barrocos-rococós então prevalentes. 
       Já como arquiteto, seu principal projeto elaborado foi em 1774 para a fachada da igreja de São Francisco de São João del-Rei, que se situa na mesma linha evolutiva do Carmo de Ouro Preto, teria vindo a caracterizar, se executado, a mais genuinamente rococó das fachadas religiosas mineiras.... o risco, felizmente conservado, um belo e minucioso desenho em bico-de-pena com marcação dos volumes em sombreado, dá uma ideia bastante precisa do pensamento original do autor. As elegantes torres chanfradas e ligeiramente arredondadas enquadram um frontispício levemente sinuoso como o da igreja do Carmo, tendo desenho semelhante ao dessa igreja, com o mesmo coroamento em forma de sino, em tratamento mais evoluído. Outras semelhanças podem ser detectadas no desenho ornamental da portada e das molduras das janelas, diferindo, entretanto, o modelo do óculo e do frontão, ladeado de vigorosas rocalhas chamejantes, que impulsionam visualmente para o alto o relevo escultórico central com a cena da visão de São Francisco no Monte Alverne.
       Mas foi como escultor que se tornou mais conhecido ,as 66 estátuas da Via Crucis distribuídas em seis capelas independentes, e os Doze Profetas no adro da igreja, todas as cenas talhadas entre 1796 e 1799, são intensamente dramáticas, e aumenta esse efeito o vivo colorido das estátuas em tamanho natural e pintadas.


                                                                  
                                                          Retrato imaginário de Aleijadinho, por Bernardelli (artista gráfico)









Cristo no Horto das Oliveiras, na Via Sacra de Congonhas




 Profeta Oseias




Nossa Senhora das Dores, tradicionalmente atribuída a Aleijadinho. Museu de Arte Sacra de São Paulo





Profeta Ezequiel





Relevo no pórtico da Igreja de São Francisco em São João del-Rei





Cena do carregamento da cruz, na Via Sacra de Congonhas


Vamos lá pessoal, conhecer os grandes artistas do nosso passado é o primeiro passo para a construção de um futuro melhor! As crianças, adolescentes e jovens devem saber que as aulas de Educação Artística não servem apenas para pintar desenhos pré-confeccionados e sim conhecer a História da Arte do nosso País.
Um grande mestre esquecido no passado de Minas Gerais!!!



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

BOSCH, Hieronymus

Jerome van Aken produziu entre os séculos XV e XVI algumas das mais bizarras obras de arte ocidental. Nasceu na cidade de Hertogenbosch na Holanda por volta de 1450 e daí tirou seu nome artístico.
Seus trabalhos sempre rodearam pela religiosidade, formas humanas submetidas a castigos e outros desenhos muito mais complexos para a época.
Bosch pertenceu a uma entidade ultra religiosa chamada Irmandade de Nossa Senhora, que venerava a Virgem Maria.
Apesar do sofrimento indescritível projetado em seus pincéis, ele parece ter levado uma vida tranquila e pacata até sua morte em 1516.
Muitas opiniões foram publicadas sobre o artista:

" Só ele tem audácia de pintar o homem tal como é, não por fora, mas por dentro"
                                                                                          Frei José de Siguenza


" Sua obra parece marcada por intenções moralizantes, próprias de um pintor medieval"
                                                                                                          Antonio Carvalho

"O mestre do monstruoso, o descobridor do inconsciente"
                                                             Carl Gustav Jung



"O jardim das delícias terrenas"
1504 - óleo sobre madeira
Museu do Prado - Madri




" A crucificação"
1480 - óleo sobre madeira
Musées Royaux - Bélgica




" A tentação de Santo Antão"
1490 - óleo sobre madeira
Museo do Prado - Madri



" Cristo carregando a cruz"
1490 - óleo sobre madeira
Musée des Beaux-Arts - Bélgica


Obrigado pela visita e até a próxima postagem!!!!





segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Edouard Manet

Édouard Manet (Paris23 de janeiro de 1832Paris — 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX.
Os gostos de Manet não vão para os tons fortes utilizados na nova estética impressionista. Prefere os jogos de luz e de sombra, restituindo ao nu a sua crueza e a sua verdade, muito diferente dos nus adocicados da época. O trabalhado das texturas é apenas sugerido, as formas, simplificadas. Os temas deixaram de ser impessoais ou alegóricos, passando a traduzir a vida da época.
Manet era criticado não apenas pelos temas, mas também por sua técnica, que escapava às convenções acadêmicas. Freqüentemente inspirado pelos mestres clássicos e em particular pelos espanhóis do Século de Ouro, Manet influenciou, entretanto, certos precursores do impressionismo, em virtude da pureza de sua abordagem. A esta sua liberação das associações literárias tradicionais, cômicas ou moralistas, com a pintura, deve o fato de ser considerado um dos fundadores da arte moderna. Suas principais obras foram: Almoço na relva ou Almoço no CampoOlímpiaA sacadaO tocador de pífaro e A execução de Maximiliano.



NO BARCO (1874)
Óleo sobre tela - 97,1 x 130,2
Metropolitan Museum of Art, Nova York (EUA)

Tonalidades claras, ao ar livre e horizonte barrando o fundo. Assim descrita essa cena que se enquadra nos padrões impressionistas. O artista já cedia ás influencias de Renoir e Monet e passava a notar as luzes e jogos de sombra na paisagem tonalizando sua pintura de forma mais suave.




O TOCADOR DE PÍFARO (1866)
óleo sobre tela - 160 x 98
Museu d´Orsay,  Paris - França

Simplicidade e capacidade de coesão constituem o ponto alto desta tela. Não há sombras, nem fundo, a figura do músico aparece viva e sólida em meio a cores dispares. Embora esse quadro tenha sido recusado na Exposição Universal de 1867 é hoje em dia considerado um dos mais valiosos da sua coleção.




OLYMPIA (1863)
Óleo sobre tela - 130 x 190
Museu d´Orsay - Paris, França

A apresentação desta tela no salão de 1865 chocou as pessoas, uma das obras mais controvertidas da história, ainda não era uma unanimidade quando foi aceita pelo Museu do Louvre, em 1907. A cortesã Olumpia, era uma revolucionária, seu corpo iluminado frontalmente, contrasta com a frieza do lençol e da colcha. A cena é envolvida por tons escuros que realçam ainda mais o corpo de Olympia.




BERTH MORISOT DE CHAPÉU PRETO (1872)
Óleo sobre Tela - 55 x 38
Coleção particular, Paris - França

Renomada por seu encanto e beleza, a jovem retratada foi discipula de Corot. Mas é inegável a influencia de Manet sobre a obra que ela produziu. Os dois conheceram-se no Museu do Louvre, num dia em que Berth dedicava-se ao estudo e cópia de retratos. Amiga de Manet até sua morte, ela serviu de modelo para inúmeros trabalhos do pintor.

Este post foi dedicado ao grande pintor francês Edouard Manet, sua obra foi reconhecida como arte impressionista moderna dois anos após sua morte em 1885, até hoje encanta estudantes de artes plásticas de todo mundo.